Fédon

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Categoria

Descrição

Título: Fédon
Autor: Platão
Estante: Filosofia
Editora: Rideel (São Paulo)
Ano da edição: 2005
Número da Edição: 2ª Reimpressão – Texto na Íntegra.
Dimensões: 21 cm x 14 cm x 1 cm
Encadernação: Brochura (papel do miolo: Offset 75 g)
Papel da Capa: Cartão, 250 g.
Orelhas: Não. Originalmente sem orelhas.
Idioma: Português
Tradução para o português: Heloisa da Graça Burati
Páginas: 128
Peso: 270 g.
ISBN: 85-339-0722-2
Cadastrado em: 18.09.2017
Estado do livro: Novo, sem uso.
Estoque: 1

Mais detalhes: Novo, sem uso.  O livro se acha de tal forma com aspecto de novo, que consultei, inúmeras vezes, a ficha catalográfica e as páginas com informações sobre os dados da obra, para confirmar o ano de edição.  De fato, foi 2005 mesmo, embora pareça mais recente.  Sem dedicatória, sem assinalamentos, sem carimbos, sem marcas, sem qualquer dano.  Livro adquirido para revenda. Importante frisar que não se trata de adaptação, mas de texto na íntegra, conforme anunciado na capa.  // Como se sabe, Sócrates foi condenado à morte pelo Areópago, tribunal de Atenas, sob a acusação de “corromper a juventude”.  Segundo o pensador Mário Sérgio Cortella, em palestra que assisti pela internet, o condenado tinha então o direito de escolher o tipo de morte que teria.  As leis gregas impediam que um homem matasse outro homem.  Assim, ao condenado cabia escolher o modo pelo qual deveria matar-se.  Se não me trai a memória, haveria três possibilidades: pular num abismo, enforcar-se, envenenar-se.  Parece que a maioria optava por saltar no abismo.  Sócrates escolheu o envenenamento.  O livro “Fédon” resulta, justamente, do registro da última conversa que Sócrates manteve com seus discípulos no dia da sua morte.  Sucede que, embora já condenado, a execução da pena fora sendo adiada em virtude de essa condenação ter coincido de ocorrer durante a época de certos ritos relacionados a Apolo e à necessidade de purificação da cidade.  Em tais circunstâncias, a execução dos condenados pelo Estado tinha de ser adiada até o final do cumprimento das celebrações.  E por isso Sócrates teve de passar um longo tempo na prisão, sendo então visitado pelos seus discípulos e amigos, diariamente, o que permitiu, aliás, o registro de inúmeras explanações feitas pelo filósofo.  Segundo Cortella, deve-se à coincidência desse adiamento o fato de hoje conhecermos mais a respeito do pensamento de Sócrates. Platão, no entanto, não pôde estar com seu mestre naquele derradeiro dia fatal.  Porém, ele faz o registro do último diálogo de Sócrates por meio da narrativa de Fédon de Élis, um dos discípulos que participaram daquele último encontro.  O tema, espelhando o momento, terminou sendo: a morte e a imortalidade da alma.  A confiar-se no relato de Fédon, transcrito por Platão com notável poesia, em seus últimos momentos, Sócrates explana sobre as provas da imortalidade da alma com toda serenidade, deixando assim seu corajoso testemunho, perante tão controverso tema, para a reflexão da posteridade. (Ricardo Alfaya)

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Informação adicional

Peso 270 g
Dimensões 21 x 14 x 1 cm
Autor

Platão

Idioma

Português

Estado do produto

Novo

Tipo de encardenação

Brochura

Editora

Rideel (São Paulo)

Ano

2005

Páginas

128

ISBN

8533907222

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