A Escrava Isaura

R$8,35

1 em estoque

Descrição

Título: A Escrava Isaura
Autor: Bernardo Guimarães (1825-1884)
Editora: Círculo do Livro (São Paulo)
Estante: Literatura Brasileira (romance)
Ano: 1994
Encadernação: Capa dura
Orelhas: Não.  Originalmente sem orelhas
Dimensões:  21 cm x 13 cm x 1 cm
Idioma: Português
ISBN: 85-332-0535-X
Páginas: 206
Peso: 372 (grs.)
Estoque: 1 exemplar

Mais detalhes: Livro usado.  Capa dura, com filigranas douradas no título e na lombada.  No corte superior, também existe proteção dourada.  No corte frontal e no inferior, predomina a cor branca, mas há algumas marcas de oxidação.  Na ponta direita da capa, ligeiro amassado.  O interior da capa (segunda capa) e o interior da quarta capa (terceira capa) dão a impressão de terem passado por algum processo de restauração.  Assim também a falsa folha de rosto.  Essas páginas estão muito branquinhas, em contraste com a folha de rosto (que apresenta alguns pontos de oxidação) e o miolo, cujas páginas estão ligeiramente amareladas.  Mas o livro se acha muito sólido, muito bem encadernado, tudo firme.  E nada interfere na leitura.  // Estamos diante de um clássico da literatura nacional, objeto de inúmeras edições, por várias editoras.  Obra que já virou filme e também novela de tevê.  Não há dúvida de que Bernardo Guimarães pensava como um abolicionista.  Seu repúdio ao sistema escravocrata transparece nesta obra que nos faz viajar ao tempo de D. Pedro II.  Mas a grande pergunta é: por que apresentar uma escrava cujo sangue era mestiço, mas a pele branca?  Não podia ser uma mulher de pele negra, belíssima, como existem tantas? Ou, pelo menos, uma mulata?  Essa ambiguidade, esse paradoxo é que constitui, simultaneamente, tanto o ponto fraco quanto o encantador e o enigmático do livro.  A brancura da escrava, cuja pele se revelava tão clara quanto uma “lâmpada de alabastro”, propõe-na desde já como um ser impossível e idealizado, uma antítese viva, bem ao gosto do romantismo.  E enquanto o “vilão” e proprietário da escrava, o repulsivo Leôncio, a vê como um objeto, do qual detém a posse e o total direito de uso, o enamorado e culto Álvaro, no extremo oposto, percebe a moça como “o anjo da dor exilado do céu”.  Conforme observa Katia de Almeida Rossini, no posfácio, na palavra do personagem Álvaro (nitidamente alter ego do autor) “Isaura é elevada à transcendência”.  Por sinal, o volume que ofereço tem dois aspectos interessantes e diferenciais: um o fato de ser capa dura com essas filigranas douradas.  Cansei de procurar na internet, não encontrei outro exemplar disponível dessa edição que ofereço.  A outra qualidade especial é esse posfácio da Katia, que é, simplesmente, ótimo.  Nele, surge uma resposta muito pertinente à pergunta crucial que apresentei neste comentário.  Resposta essa, aliás, que pode ser muito útil para referências futuras.  A obra contém ainda uma breve biografia do autor (Ricardo Alfaya)

Frete: O envio será feito com seguro de remessa. Para saber o valor do frete, clique em “adicionar ao carrinho”, junto à imagem do produto, e, logo após, em “ver carrinho”.  Na página que abrirá, acione “calcular entrega” e siga as instruções.  As formas de remessa com seus respectivos valores aparecerão.  Importante: pode-se realizar essa operação apenas para consulta.

Informação adicional

Peso 372 g
Dimensões 21 x 13 x 1 cm
Autor

Bernardo Guimarães

Estado do produto

Usado

Tipo de encardenação

Capa dura

Editora

Círculo do Livro

Ano

1994

Páginas

206

ISBN

853320535X

Avaliações

Não há avaliações ainda.

Seja o primeiro a avaliar “A Escrava Isaura”